Essa seria a meta a ser alcançada. Dei uma “pequena” escorregada em três meses mas posso dizer que a tenho cumprido. O que tem me incentivado nessa empreitada, e que também é a dica do post, é a rede de leitores Skoob . (Books ao contrário, sacou?)
No Skoob é possível montar nossa biblioteca online, descobrir novos livros para se ler e ainda achar pessoas que tenham gosto literário igual ao seu. (Consegui achar uma pessoa com incríveis 95% de compatibilidade. Dá pra acreditar?) Em outras palavras: quem gosta de livros, gosta do Skoob. :)
Extra! Extra!
Quem se cadastrar por lá até o final de dezembro vai participar da promoção “Renove a sua estante” que dará 10 livros em um sorteio a ser realizado no dia 28 de dezembro. 10 livros! :o
Se for se cadastrar já sabe: deixe o link do perfil pra gente trocar ideias sobre livros, ok?
Abraços.
PS1: Não ganho nada por divulgar o Skoob aqui.
PS2: Mentira! Ganho cupons para o sorteio caso você se cadastre utilizando os links do post.
PS3: Acho que tenho exagerado um pouco na quantidade de PSs ultimamente… =X
Foi com essa oferta que 3 lojas onlineencheram minha caixa postal semana passada. (Eita exagero! XD)
Pelo título do post pode até dar a impressão, mas não venho aqui pedir o DVD de presente – apesar do meu aniversário ser nesta semana – e nem mesmo para falar da coincidência do preço praticado nas 3 lojas. Mas sim para uma pequena reflexão em relação ao valor cobrado e a pirataria.
Você concorda que se eu lanço um filme a esse preço, na verdade eu não quero que todos possam comprá-lo? Qual a porcentagem de brasileiros que você acha que tem R$49,90 disponíveis para gastos com os últimos lançamentos em DVD?
Na minha humilde opinião, esse “assalto legalizado” ocorre porque a indústria cinematográfica está muito mais interessada no lucro em cima das vendas dos que podem pagar do que tornar o filme acessível a todos. Afinal, que diferença faz o filme ser R$ 29,90, R$ 39,90 ou R$ 49,90 pra quem tem dinheiro? Para a industria faz. Significa ganhar menos. E para os outros? Que fiquem na vontade.
Depois eles ainda vem reclamar da pirataria… Né mole?
E isso é porque nem falei em Blu-ray.
Abraços
PS1: Apenas por curiosidade: o fato inspirador que me fez escrever sobre esse assunto foi uma amiga ter soltado um “Ouxe, eu prefiro mil vezes gastar em DVD pirata do que…” quando ela me viu com alguns filmes locados. (Não, não eram filmes italianos. :P)
PS2: Este blog é um blog de opinião pessoal, o que na verdade tem faltado um pouco por aqui. Pretendo voltar a escrever mais textos opinativos como este e aproveito para pedir que não se acanhe e que comente o post para podermos trocar ideias sobre o assunto. (Basta usar o formulário abaixo.) ;)
Sinopse: Lampedusa é uma ilha a oeste da Sicília onde gangues de rapazes brigam violentamente perto dos rochedos. O homens saem cedo para pescar e as mulheres tomam conta da casa e de outras tarefas manuais. À primeira vista, a vida lá pode ser tão monótona quanto acolhedora; tão sufocante quanto charmosa. Grazia (Valeria Golino) é uma jovem mãe de uma adolescente e dois meninos. Muito liberal e jovial, sua conduta logo desperta comentários maldosos na ilha, colocando toda a família em uma situação difícil.
Sinopse: Irene (Virna Lisi) vive numa vila antiga e sua maior tristeza é não ter conseguido educar seus três filhos de acordo com a educação que recebeu de seus pais. Sara (Margherita Buy), a filha mais velha, vive em absoluta reclusão depois da morte do marido. Rita (Sandra Ceccarelli), a segunda, é aparentemente mais feliz tendo um marido com quem casou por amor e duas filhas. Finalmente, Claudio (Luigi Lo Cascio), o mais jovem, é um advogado cheio de dilemas com sua sexualidade. Mas o ambiente de insatisfação na família de Irene será sacudido por dois homens: Sandro (Ricky Tognazzi), que transforma a vida insossa de Sara, e Luca (Marco Quaglia), que induz Claudio a fazer sua escolha e declarar a própria homossexualidade.